
Arquivo JN relembra desastres naturais que atingiram a região montanhosa
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Em abril de 2015, um terremoto de grande magnitude atingiu o Nepal, resultando em mais de 8,5 mil mortes e destruição generalizada.
China e Nepal enfrentaram a fúria da natureza. Nesta quarta-feira (26), o Jornal Nacional mostrou que uma avalanche de gelo, pedra e lama provocou uma enxurrada que varreu vilarejos na fronteira entre os dois países. Os vales em “V” fizeram com que avalanche ganhasse ainda mais força, como em um funil.
As causas desse desastre ainda estão sendo investigadas. O Centro Geológico dos EUA explicou que, na verdade, não teve terremoto. É que o deslizamento foi tão forte que os sensores registraram o impacto como se tivesse havido um tremor.
Este texto e o vídeo acima são parte da série Arquivo JN no g1, que relembra coberturas importantes relacionadas a temas atuais.
Em abril de 2015, o Nepal enfrentou uma outra tragédia: um terremoto arrasou quase metade do país montanhoso no sul da Ásia. Na época, o tremor foi classificado como “o pior terremoto no Nepal em mais de 80 anos”. O número de mortos passou de 8,5 mil.
A equipe do programa “Planeta Extremo”, da TV Globo, estava no Nepal e foi surpreendida pelo terremoto no meio de uma estrada.
“Tivemos que abandonar o ônibus e correr o mais rápido que podíamos para fugir da área de risco. Gritos, desespero. Moradores fugindo de casa, correndo pela estrada sem saber para onde. Vimos casas despedaçadas”, relatou o repórter Clayton Conservani.
O Nepal está monitorando dois lagos próximos à área de inundação, um dos quais começou a transbordar nesta sexta-feira (28), após uma enchente catastrófica no Himalaia que deixou centenas de mortos e quase 1,5 mil desaparecidos, incluindo 800 estrangeiros. As autoridades usam imagens de satélite e planejam instalar câmeras e sensores a jusante, enquanto cientistas atribuem o aumento do risco às mudanças climáticas, que desestabilizam rochas e gelo em altas montanhas.

O Nepal e a China enfrentam novos riscos de inundações no Himalaia devido a um lago barreira formado por detritos. Operações de resgate foram suspensas e moradores evacuados. O número de mortos pela enchente repentina subiu para 469, com quase 1.000 desaparecidos.

Produtores rurais em diversas cidades do Rio Grande do Sul enfrentam prejuízos devido a ataques de cães a rebanhos e animais silvestres. O setor pede políticas públicas e responsabilização dos tutores, enquanto autoridades apontam para a legislação municipal.

Mais de 3 mil hectares de Mata Atlântica foram desmatados ilegalmente em 27 municípios de Minas Gerais. A Operação Mata Atlântica em Pé aplicou R$ 44 milhões em multas, identificando a conversão de vegetação nativa em pastagens e plantações sem autorização.

A Defesa Civil alerta para alto risco de incêndios no interior da região devido a tempo seco e baixa umidade, recomendando precauções à população.

O município de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, registra uma série de incêndios em vegetação agravados pela seca e ventos fortes. Com 85 ocorrências contabilizadas até julho de 2026, o Corpo de Bombeiros alerta para o risco às residências e propriedades.