Caso Kathlen Romeu: júri popular de PMs acusados de morte é remarcado para dezembro
Julgamento dos policiais Marcos Felipe da Silva Salviano e Rodrigo Correia de Frias foi transferido de 26 de novembro para evitar adiamento em razão do mês nacional do júri
Quick Look
- O Tribunal de Justiça remarcou para 1 de dezembro o júri popular dos dois policiais militares acusados pela morte de Kathlen Romeu, de 24 anos, em 2021, no Complexo do Lins, no Rio de Janeiro.
- O julgamento, inicialmente previsto para 26 de novembro, foi transferido pela juíza Elizabeth Machado Louro para evitar adiamento em razão do mês nacional do júri.
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Why It Matters
Kathlen Romeu, de 24 anos, foi morta com um tiro de fuzil no tórax durante uma operação da Polícia Militar no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em 2021. Ela estava grávida de três meses e visitava a avó quando foi atingida. A versão inicial da PM afirmava que houve confronto com criminosos, mas relatos de moradores e investigações indicaram que não houve troca de tiros. Policiais recolheram cápsulas de munição e mudaram elementos do cenário da ocorrência, levando à denúncia por fraude processual. Em março, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou que os indícios eram suficientes para levá-los a júri popular.
O Tribunal de Justiça remarcou para o dia 1 de dezembro o júri popular dos dois PMs acusados pela morte de Kathlen Romeu, de 24 anos, em 2021.
Apesar de ter sido inicialmente marcado para 26 de novembro, a juíza Elizabeth Machado Louro argumentou que, como novembro é o mês nacional do júri, decidiu remarcar o julgamento para evitar que ele fosse adiado.
Os PMs Marcos Felipe da Silva Salviano e Rodrigo Correia de Frias serão levados ao Conselho de Sentença por homicídio qualificado.
Em março, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou que os indícios do caso, apresentados pelo MP e pela Polícia Civil, eram suficientes para levá-los a júri popular.
Kathlen foi morta com um tiro de fuzil no tórax durante uma operação da PM no Complexo do Lins em 2021. Ela estava visitando a avó quando foi surpreendida por um tiroteio. Grávida de três meses, a jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
A versão inicial da PM dizia que houve confronto com criminosos na região. No entanto, relatos de moradores e o trabalho do Ministério Público indicaram que não houve troca de tiros quando Kathlen foi atingida.
Investigações posteriores apontaram que policiais recolheram cápsulas de munição e mudaram elementos do cenário da ocorrência, o que levou à denúncia por fraude processual.
Desde então, familiares da vítima cobraram punição aos envolvidos e criticaram a lentidão do andamento do processo.
What to Watch
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O júri popular será realizado em 1 de dezembro e decidirá sobre a condenação ou absolvição dos dois policiais militares.
Very likely · Within weeks
Open Questions
- Qual será o desfecho do júri popular marcado para 1 de dezembro?
- Quais serão as consequências para os policiais acusados se forem condenados?
- Há outros envolvidos na fraude processual além dos dois PMs acusados?







