
A candidata Clariana Barão afirma que sua prioridade de governo é o combate ao feminicídio por meio de centros integrados de atendimento à mulher, defende a expansão e revisão do Bolsa Família para atender quem realmente precisa e anuncia revisão de gastos públicos e da taxa Selic como parte do ajuste fiscal.
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A entrevista aborda as propostas de governo da candidata Clariana Barão, focando em políticas de combate à violência contra mulheres, programas sociais e ajustes fiscais.
Repórter: Candidata, quais são as prioridades do seu plano de governo?
Clariana Barão: Prioridade 01 do meu plano de governo é a defesa intransigente do direito das mulheres e das crianças. Então, nós vamos atuar na linha de frente no combate à epidemia do feminicídio, e a principal proposta que eu tenho para isso é trabalhar com centros integrados de atendimento à mulher vítima da violência doméstica. Porque hoje, a mulher, quando ela toma esse grande passo de ir fazer a denúncia, ela não recebe o acolhimento. Ela recebe uma lista de endereços. Então, nós vamos fazer centros únicos de atendimento, onde essa mulher, com o protocolo, vai ter o atendimento da Delegacia Especializada da Mulher. E o mais importante: nós vamos ter ali um centro para encaminhar essas mulheres a uma profissionalização.
Repórter: E a senhora pretende manter os programas de auxílio de renda?
Clariana Barão: Nós temos que fazer com que esse programa, o Bolsa Família, chegue lá naquelas pessoas que precisam, que moram naquelas regiões inóspitas, que não têm acesso à internet, que não têm sequer conhecimento de como faz esse cadastro. Então, nós precisamos fazer esse programa crescer para essas regiões e que atenda essas pessoas. E, na outra ponta, nós precisamos revisar esse programa para que ele não atenda pessoas que já não precisam mais desse auxílio. Agora, é claro que a grande vitória de um país é conseguir trabalhar e estruturar as pessoas e as famílias para que elas saiam com dignidade da necessidade dos auxílios.
Repórter: E a senhora pretende fazer o ajuste fiscal? De onde virão os cortes?
Clariana Barão: Nós temos hoje no Brasil gastos que são indevidos, que oneram a conta pública e que a gente precisa revisar. A gente tem uma Selic hoje de 14% ao ano, que tem trazido um juro altíssimo e vem prejudicando substancialmente o povo, impedindo as pessoas de contratarem um financiamento a juro baixo, ou aquele cidadão que pretende abrir uma vendinha, que precisa de uma linha de crédito para empreender e não tem acesso ou, se tem, é com juro altíssimo. Então, nós vamos trabalhar, sim, toda essa revisão de ajuste fiscal.
AI outlook — possibilities, not facts
A candidata pretende implementar centros integrados de atendimento à mulher vítima de violência doméstica.
Very likely · Within months
O programa Bolsa Família será expandido para regiões inóspitas e revisado para excluir quem não precisa mais do auxílio.
Likely · Within months
Haverá uma revisão de gastos públicos considerados indevidos e da taxa Selic como parte do ajuste fiscal.
Likely · Within months

The disclosure of the messages from banker Daniel Vorcaro to Minister Alexandre de Moraes and Attorney General Paulo Gonet reignites the debate on similarities between the Banco Master case and Operation Lavo Jato, highlighting differences in investigations, public prosecution and political impact, while experts point out an unprecedented embarrassment to the Federal Supreme Court.

Stephan J. Kramer, president of Thuringia's internal intelligence service, says there is little doubt about the AfD's anti-democratic intentions and argues that German political forces initiate a process to ban the party, citing the instrument of 'defensive democracy' provided in the German Constitution to prevent movements that threaten the democratic order.

Wilson Grassi, presidential candidate for the Democrats, states that health, education and security are rooted in poverty and proposes profound changes in the economy to guarantee housing, a car and an annual trip abroad for every Brazilian.

The Federal Supreme Court faces pressure to annul the Master process, while ministers such as Alexandre de Moraes and André Mendonça dispute transparency and investigation strategies. Minister Mendonça created Iter, a private institute that received R$11.5 million in public funds without a bidding process, following the IDP model, founded by Gilmar Mendes. Furthermore, six of the ten STF ministers receive salaries above the constitutional ceiling, alongside 53 thousand public servants in a similar situation.

The Federal Police report points to suspicions of corruption involving Alexandre de Moraes and Daniel Vorcaro, in addition to differences in the speed of analysis by André Mendonça in cases involving politicians from different camps, generating questions about impartiality in the STF on the eve of the elections.

Fiesp is mobilizing employer unions and sectoral associations for a petition that asks the STF to comment on the institutional crisis linked to the Banco Master scandal, with the support of ACSP and entities such as Sindibrinquedos and Abinee; the document must be released between September 8th and 10th, avoiding the September 7th holiday due to concerns about electoral interpretations, while some sectors fear accusations of partisanship, remembering episodes like the one in 2022 involving Josué Gomes da Silva.