Família denuncia que criança foi enforcada por adolescentes em escola cívico-militar do DF
Estudantes teriam enforcado menino de 11 anos com o próprio uniforme; caso é investigado pela Polícia Civil e escola classificou o episódio como 'brincadeira'.
Quick Look
- Família denuncia que um aluno de 11 anos foi enforcado por duas adolescentes no Centro Educacional 02, em Brazlândia (DF).
- A vítima, que possui TDAH, TOD e TEA, teria sofrido retaliação após denunciar bullying e uso de cigarro na escola.
- O caso é investigado pela Polícia Civil.
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Why It Matters
O caso ocorreu no Centro Educacional 02 de Brazlândia, uma escola cívico-militar. A vítima possui diagnósticos de TDAH, TOD e TEA.
Uma família do DF denuncia que um estudante, de 11 anos, foi enforcado por duas adolescentes em escola cívico-militar, em Brazlândia, na última quinta (3).
Caso aconteceu no Centro Educacional 02 de Brazlândia. Adolescentes teriam enforcado menino com uniforme.
Caso é investigado pela Polícia Civil.
Uma família do Distrito Federal denuncia que um estudante de 11 anos foi enforcado com o uniforme por duas adolescentes dentro do Centro Educacional 02, escola cívico-militar de Brazlândia, na última quinta-feira (3).
A vítima é um aluno do 6º ano e estuda no período vespertino. As adolescentes que teriam agredido o menino são do 7º e 9º ano.
A denúncia da família foi registrada na 18ª Delegacia de Polícia, que investiga o caso como lesão corporal e ato infracional praticado por adolescente.
A família conta que o menino voltou da escola com marcas no pescoço e nas costas. A unidade de ensino teria dito que o caso foi uma "brincadeira" das alunas.
Em nota, a Secretaria de Educação diz que, "segundo a equipe gestora, as estudantes envolvidas receberam as medidas disciplinares cabíveis".
Segundo a família, a criança tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) e Transtorno do Espectro Autista (TEA).
De acordo com a mãe da vítima, as agressões teriam ocorrido em suposta retaliação, após o menino denunciar que as colegas estavam fumando dentro da escola, além de outros episódios anteriores de bullying.
No último dia 3, o menino foi para a escola para fazer a Avaliação de Monitoramento das Aprendizagens da Educação Básica (Amaeb), dia em que ocorreu a agressão.
A família ainda diz que houve omissão da direção da escola, que não comunicou imediatamente os pais sobre a agressão, não acionou a Polícia Militar ou o atendimento médico. A escola ainda teria mantido o aluno isolado em uma sala para concluir a avaliação.
"A gente quer saber por que não avisaram a família. Por que, no momento da agressão, não tomaram as medidas cabíveis", diz a tia do menino.
A família conta que foi chamada para uma reunião na escola, nesta terça (8). A direção disse que o caso foi uma "brincadeira" e a família decidiu transferir o aluno.
"Segundo a equipe gestora, as estudantes envolvidas receberam as medidas disciplinares cabíveis. A Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Brazlândia tomou conhecimento do caso na última quinta-feira (3), e acompanha o caso. Tem sido viabilizada a transferência do estudante para outra unidade escolar, conforme solicitado pela mãe do aluno.
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) não compactua com qualquer forma de violência no ambiente escolar e que ocorrências dessa natureza são tratadas por meio de providências que preservam a integridade e a segurança dos estudantes."
What to Watch
AI outlook — possibilities, not facts
Conclusão do inquérito policial na 18ª Delegacia de Polícia.
Likely · Within months
Open Questions
- Quais medidas disciplinares específicas foram aplicadas às agressoras?
- Por que a direção não acionou os responsáveis imediatamente?







