PIB da região Norte registra alta de 0,2% no 2º trimestre de 2026
Estudo do FGV IBRE aponta crescimento puxado por Roraima, enquanto Amazonas e Pará registraram quedas.
Quick Look
O PIB da região Norte teve alta de 0,2% no 2º trimestre de 2026, impulsionado por Roraima (2,9%), mas contido pelas quedas no Amazonas (-0,8%) e Pará (-0,2%), segundo estudo do FGV IBRE.
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Why It Matters
Análise faz parte de iniciativa experimental do Núcleo de Contas Nacionais do FGV IBRE.
O levantamento, intitulado “Desempenho do PIB da região Norte no 2º trimestre de 2026”, é assinado pelos economistas Juliana Trece e Claudio Considera, do FGV IBRE. A análise faz parte de uma iniciativa experimental do Núcleo de Contas Nacionais (NCN) do instituto. As estimativas foram feitas com base nos dados disponíveis e comparadas com as informações do Sistema de Contas Regionais do IBGE (SCR), que têm dados até 2023.
No panorama regional, a maioria dos estados da região Norte registrou crescimento do PIB em relação ao mesmo período do ano anterior.
Roraima teve alta de 2,9%, acima da média nacional, de 2,0%. Já o Amazonas (-0,8%) e o Pará (-0,2%) tiveram queda. Como os dois estados representam mais de 60% do PIB da região, o resultado contribuiu para deixar o crescimento do Norte próximo da estabilidade, com alta de 0,2%. Veja o gráfico abaixo:
Segundo o estudo, o resultado do Amazonas foi influenciado principalmente pela queda na indústria do estado, com a indústria de transformação sendo citada como um destaque negativo.
A indústria de transformação é o setor econômico responsável pela conversão de matéria-prima em novos produtos, e engloba desde a produção de alimentos e bebidas até produtos eletrônicos, químicos, veiculares e metalúrgicos.
No contexto da pesquisa, entre as atividades que registraram redução estão a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, máquinas e outros equipamentos.
Os números da indústria do estado foram apontados como o principal resultado negativo entre as economias estaduais analisadas. Veja o gráfico abaixo:
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