
AI-generated summary
O trabalho será em regime de teletrabalho integral (100% home office). A jornada é de sete horas por dia, totalizando 35 horas semanais. Os aprovados poderão morar em qualquer cidade do país e precisarão comparecer presencialmente ao tribunal apenas uma vez a cada seis meses.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre os dias 6 e 24 de julho de 2026. Os candidatos aprovados serão vinculados aos polos regionais de Porto Velho (RO), Rio Branco (AC) e Cone Sul, em Ji-Paraná (RO).
Os interessados devem enviar para o e-mail [email protected]:
ficha de inscrição preenchida;
currículo com documentos comprobatórios;
autorização da chefia do órgão de origem;
demais declarações exigidas no edital.
O processo seletivo não é um concurso público aberto ao público em geral. As vagas são destinadas exclusivamente a servidores e empregados públicos de órgãos da administração pública federal.
Segundo o edital, a medida ocorre por causa de limites financeiros e orçamentários. Com isso, o profissional continuará recebendo o salário pago pelo órgão onde já trabalha.
Também é necessário ter diploma de ensino superior em um dos seguintes cursos:
Ciências Contábeis;
Direito;
Economia.
Os selecionados continuarão recebendo a remuneração do órgão federal de origem. Além disso, o TRT-14 pagará:
gratificação de função comissionada (FC-05): R$ 2.662,06;
auxílio-alimentação: R$ 1.860,51;
assistência pré-escolar: R$ 1.288,47 por dependente que atenda aos critérios previstos.
O profissional será responsável por dar suporte à liquidação de sentenças trabalhistas. Entre as atividades estão:
elaboração e conferência de cálculos trabalhistas;
aplicação de juros e correção monetária;
cálculos de contribuições previdenciárias e fiscais;
análise de impugnações apresentadas pelas partes;
movimentação de processos no sistema PJe-Calc.
O processo seletivo terá três etapas:
Análise curricular, com avaliação da formação acadêmica e da experiência em cálculos trabalhistas ou áreas relacionadas;
Avaliação de compatibilidade de perfil, na qual o candidato deverá alcançar pelo menos 50% de compatibilidade com as competências exigidas;
Entrevista por videoconferência, entre os dias 19 e 21 de agosto de 2026, com aplicação da metodologia DISC para análise do perfil comportamental.
O resultado final está previsto para ser divulgado em 4 de setembro de 2026. A seleção terá validade de um ano a partir da homologação do resultado.

O Ministério Público Federal instaurou procedimento para acompanhar se o Estado de Mato Grosso cumpre decisão judicial que determina vistorias trimestrais, retirada de estruturas de concreto e pagamento de indenização por dano moral coletivo relacionada à obra do Hospital Júlio Müller.

O Ministério Público Federal registrou R$ 893 milhões em condenações e acordos por danos ambientais no Amapá, Pará e Mato Grosso desde agosto de 2023, abrangendo 941 processos cíveis, incluindo decisões judiciais e termos de ajustamento de conduta.

A Justiça condenou a funkeira MC Pipokinha e organizadores do evento 'Esquenta do Magrão', em Corumbá (MS), ao pagamento de R$ 162,1 mil por danos morais coletivos após show com conteúdo sexual explícito assistido por adolescentes.

O Ministério Público do Trabalho de Bauru notificou uma empresa terceirizada da prefeitura para cumprir cotas legais de aprendizagem e deficiência, após constatar ausência de aprendizes e falhas no preenchimento de vagas. A empresa alega que suas funções não exigem formação profissional, mas o MPT confirmou que diversas posições se enquadram na legislação. Caso não se adeque no prazo, pagará multa diária de R$ 2 mil.

Boituva e Iperó, municípios de São Paulo, aprovaram emendas às suas leis orgânicas em 2026 para reconhecer animais como seres sencientes, capazes de sentir dor, emoções e bem-estar. A medida, proposta pelo advogado Valter Pietrobom Junior após a morte do cão Orelha em Florianópolis, estabelece dever de proteção pelo poder público e população, mas não cria automaticamente novos crimes ou penas para maus-tratos.

A 14ª Vara Federal do Distrito Federal agendou audiência entre União, Discord e Ministério Público Federal para discutir medidas de segurança e moderação de conteúdo na plataforma, após falha em negociações para um Termo de Ajustamento de Conduta.