
AI-generated summary
A pesquisa mediu a percepção dos brasileiros sobre os principais problemas do país de responsabilidade do governo federal, sem apresentar alternativas pré-definidas. A PEC da Segurança Pública é uma proposta do governo Lula para aumentar a integração entre União, estados e municípios no combate à criminalidade.
Os entrevistados responderam espontaneamente qual consideravam o principal problema do país de responsabilidade do governo federal, sem receber uma lista de alternativas. Cada participante pôde mencionar apenas um tema.
A pesquisa ouviu 2.520 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00466/2026.
A parcela dos brasileiros que apontam a violência como principal problema passou de 17%, em julho, para 20% em outubro. Apesar da alta de três pontos percentuais, a variação está dentro da margem de erro considerada na comparação dos levantamentos.
As respostas relacionadas a esse tema incluem preocupações com criminalidade, atuação policial e segurança pública de maneira geral. O resultado é o maior registrado numericamente desde 2023, com o percentuais semelhantes entre os diferentes grupos analisados.
A PEC da Segurança Pública, defendida pelo governo Lula, busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate à criminalidade. O governo defende a conclusão da votação sem novas alterações no texto, para evitar que a proposta tenha de voltar à Câmara, mas o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, apresentou uma emenda para incluir a redução da maioridade penal na PEC.
A PEC estava prevista para ser votada nesta quinta-feira (15) no plenário do Senado, mas foi retirada de pauta no início da noite pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Em pronunciamento, ele destacou que espera um acordo sobre o texto e possíveis emendas à matéria.
Já a preocupação com a saúde passou de 21% nas duas pesquisas anteriores para 18% no levantamento mais recente.
A pesquisa identificou diferenças no perfil dos entrevistados que apontam esse como principal problema do país. Entre as mulheres, 22% mencionaram o tema, enquanto entre os homens o percentual foi de 14%.
A renda familiar também influencia as respostas. A saúde foi citada por 23% das pessoas que vivem em famílias com rendimento mensal de até dois salários mínimos. Entre aquelas com renda superior a cinco salários mínimos, o índice foi de 12%.
Entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), violência e saúde aparecem empatadas, com 19% das menções cada. A economia é apontada por 9%.
No grupo de eleitores de Flávio Bolsonaro, a economia é citada por 21%, seguida por violência (20%) e saúde (17%). Considerando a margem de erro, os três temas estão tecnicamente empatados nesse segmento.
AI outlook — possibilities, not facts
A PEC da Segurança Pública será votada no Senado após um acordo sobre o texto e possíveis emendas.
Likely · Within weeks
O debate sobre a redução da maioridade penal continuará a influenciar as discussões sobre a PEC da Segurança Pública.
Possible · Within months

The Public Ministry of São Paulo gave the city hall 48 hours to explain the measures adopted during the flooding in the Anhangabaú Tunnel, which left drivers stranded. The municipal administration stated that six of the eight planned pumps worked, but the flow was insufficient. Mayor Ricardo Nunes denied that the tunnel had been closed and reopened, while drivers reported losses and damage to vehicles.

The United States Department of Justice has accused California of failing to preemptively remove more than 20,000 names of alleged noncitizens from voter rolls after analysis by the Department of Homeland Security and USCIS identified possible irregularities. The action comes amid federal efforts to purge voter rolls using federal data, recently authorized by the Supreme Court.

A Datafolha survey carried out between October 13 and 14, 2026 shows 48% approval and 49% disapproval of the Lula government, within the margin of error of two percentage points. 41% rate the government as bad or terrible, 35% as excellent or good and 23% as average. The survey interviewed 2,520 people aged 16 and over and has a confidence level of 95%.

The president of the Senate, Davi Alcolumbre, removed the vote on the Public Security PEC from the agenda of this Thursday's session (15) after the opposition presented an amendment to reduce the age of criminal responsibility to 14 years in heinous crimes and to 16 years in other crimes.

Datafolha research reveals that 46% of voters say they will not vote for Lula in any way, against 44% who reject Flávio Bolsonaro, maintaining the technical tie in rejection. The margin of error is two points. The polarization, present since redemocratization, evolved from PT-Tucano confrontations to PT-Bolsonarista confrontations, with both sides depending on the rival to legitimize their positions and exclude alternatives.

Leaders of the Lula government are still designing the strategy to vote on reducing the age of criminal responsibility after the opposition wanted to reduce it to 14 years, while senator Camilo Santana (PT-CE) presented an amendment to reduce it to 16 years for heinous crimes.