Breaking
INAttempt to attack Mamata Banerjee, what is known so far?DEKatie Zacharia ends her first appearance as Donald Trump's new spokeswoman after a few minutesBRMan suffers electric shock after stealing wiring on the coast of SPITMan killed and set on fire in his house in Prato, alleged killer goes to police station and confessesBRElevator plummets five floors with woman inside in Salvador buildingTRHeavy rain in Bursa; The roads turned into lakesTRSecret eyes in our home... Danger of cyber espionage! Expert names listed one by one: Do this now to protect your privacyFRBudget: the General Inspectorate of Finance is alarmed by the “major risks” of an extended special lawCRYPTO-ENStrive Buys $280 Million in Bitcoin, Its Largest Purchase in MonthsITMedia, 'Netanyahu spoke with Trump about resuming war against Iran'INAttempt to attack Mamata Banerjee, what is known so far?DEKatie Zacharia ends her first appearance as Donald Trump's new spokeswoman after a few minutesBRMan suffers electric shock after stealing wiring on the coast of SPITMan killed and set on fire in his house in Prato, alleged killer goes to police station and confessesBRElevator plummets five floors with woman inside in Salvador buildingTRHeavy rain in Bursa; The roads turned into lakesTRSecret eyes in our home... Danger of cyber espionage! Expert names listed one by one: Do this now to protect your privacyFRBudget: the General Inspectorate of Finance is alarmed by the “major risks” of an extended special lawCRYPTO-ENStrive Buys $280 Million in Bitcoin, Its Largest Purchase in MonthsITMedia, 'Netanyahu spoke with Trump about resuming war against Iran'
BackFMI reduz projeções de crescimento para América Latina
FMI reduz projeções de crescimento para América Latina
NEWS
Agência Brasil Internacional5 hours agoBusiness3 min readBrazilView translation

FMI reduz projeções de crescimento para América Latina

Relatório Perspectiva Econômica Global aponta impacto de choque energético e baixa adesão à inteligência artificial na região

Quick Look

  • O FMI reduziu as projeções de crescimento para a América Latina e Caribe, citando o impacto do choque energético global e a falta de benefícios do setor de IA na região.
  • Brasil e Argentina tiveram estimativas cortadas, enquanto o México teve revisão mista.

AI-generated summary

Why It Matters

O FMI revisou as projeções globais e regionais em seu relatório Perspectiva Econômica Global, destacando o impacto da guerra no Oriente Médio nos preços de energia.

Font size

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo as previsões de crescimento para a América Latina e o Caribe para este ano e o próximo. Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado nesta terça-feira (13) em Bangcoc, afirmou que a maior parte da região está se beneficiando pouco do boom da inteligência artificia (IA), que tem ajudado outras economias a absorver o choque energético causado pela guerra no Oriente Médio.

O FMI projetou um crescimento regional de 2,3% neste ano. O índice representa queda em relação ao crescimento de 2,5% previsto para 2025 e à previsão de julho, de 2,4%, para 2026. O FMI reduziu sua previsão para 2027, de 2,7% para 2,5%.

As revisões para baixo na região ocorrem mesmo com o Fundo tendo elevado ligeiramente sua previsão de crescimento mundial para este ano de 3% (em julho) para 3,1%, atribuindo a resiliência do que chama de “economia global dividida” ao redirecionamento dos suprimentos de energia e aos investimentos impulsionados pela inteligência artificial.

A guerra no Oriente Médio transformou a energia em um choque inflacionário global, com o petróleo Brent cerca de 45% acima do nível pré-guerra. Os custos mais elevados de combustível e energia estão pressionando famílias e empresas, enquanto os temores de inflação persistente ajudaram a elevar os custos globais de financiamento a níveis não vistos em várias décadas.

Na América Latina, segundo o FMI, o efeito do choque energético depende de os ganhos dos exportadores de commodities superarem as perdas dos importadores de energia e da credibilidade das metas de inflação dos bancos centrais, acrescentando que “há pouca compensação proveniente da recuperação do setor tecnológico na maioria dos países”.

Das três economias latino-americanas que o FMI listou separadamente em sua atualização de julho do “Perspectiva Econômica Global”, a Argentina sofreu a maior redução em sua estimativa de produção. O Fundo agora espera que o crescimento argentino desacelere para 2,1% neste ano, ante 4,5% em 2025 — bem abaixo dos 3,5% previstos em julho —, e reduziu a previsão para 2027 de 4% para 3,5%. O relatório mostra que a inflação deve cair para 32,5% neste ano, ante 41,9% em 2025.

As previsões para o crescimento do Brasil caíram para 2,2% neste ano e 1,9% para 2027, ante 2,4% e 2,2% em julho, quando o FMI esperava que o crescimento brasileiro “permanecesse resiliente” neste ano. O Fundo agora espera que o crescimento desacelere no próximo ano, citando condições monetárias ainda restritivas destinadas a trazer a inflação de volta à meta, a retirada do apoio fiscal do governo e a incerteza global.

O México seguiu o caminho oposto, com sua previsão para 2026 elevada de 1,2% para 1,5%. Anteriormente, o Fundo associava a recuperação esperada do México a políticas internas menos restritivas. Agora, aponta para as exportações — inclusive por meio de cadeias de suprimentos de IA — e para o investimento, que está se estabilizando à medida que o crescimento acelera no próximo ano. Mesmo assim, reduziu a previsão para o México, em 2027. de 1,9% para 1,8% e afirmou que o comércio e outras incertezas continuariam a frear a atividade.

As tabelas do relatório mostram que o crescimento do Chile desacelerará de 2,5% para 0,6% neste ano, que a economia da Bolívia encolherá 3,% após uma contração de 1,6% em 2025 e que a inflação na Venezuela acelerará de 252% para 467,9%.

O FMI afirmou que os riscos continuam inclinados para o lado negativo. O FMI alertou que a turbulência nos mercados poderia afetar as economias emergentes por meio de custos mais elevados de endividamento público, pressão sobre suas moedas e condições financeiras locais mais restritivas.

Open Questions

  • Como os bancos centrais reagirão à inflação persistente?
  • Qual será o impacto real da retirada de apoio fiscal no Brasil?

Related Topics

This article was originally published by Agência Brasil Internacional.

Related Stories

More on this topicfmi