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A 'lista suja' de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão é divulgada semestralmente pelo governo federal desde 2003. O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), criado em 1995, já resgatou mais de 70 mil trabalhadores.
A atualização do cadastro foi divulgada pelo governo federal nesta terça-feira (6). Ao todo, 82 novos empregadores foram incluídos na lista, uma redução de aproximadamente 51,48% em comparação com a atualização anterior, publicada em abril. Desses, 54 são pessoas físicas e 28 são pessoas jurídicas.
Com a inclusão das três propriedades, Minas Gerais passou a ter 106 empregadores na lista, relacionados ao resgate de 273 trabalhadores em fazendas do estado.
Os novos casos incluídos no cadastro resultaram no resgate de 553 trabalhadores submetidos a situações de exploração e condições análogas à escravidão. As ocorrências registradas nesta atualização aconteceram entre 2024 e 2026, em 21 unidades da Federação.
Minas Gerais foi o estado com o maior número de empregadores incluídos nesta atualização, com 19 registros. Em seguida aparecem Bahia (8), Amazonas (6), Maranhão (6), Mato Grosso do Sul (4), São Paulo (4), Rio Grande do Sul (4), Piauí (4), Mato Grosso (3), Pernambuco (3), Roraima (3), Paraná (2), Goiás (2), Santa Catarina (2), Pará (2), Espírito Santo (2), Tocantins (2), Rondônia (2), Paraíba (2), Rio Grande do Norte (1) e Rio de Janeiro (1).
De acordo com o MTE, as atividades econômicas com maior número de inclusões foram criação de bovinos para corte (8), serviços domésticos (7), produção de carvão vegetal (6), produção de café (6) e construção de edifícios (5).
A atualização também retirou 151 empregadores que completaram dois anos de permanência no cadastro. A “lista suja” é divulgada semestralmente, em abril e outubro, e reúne empregadores que tiveram processos administrativos concluídos, sem possibilidade de recurso.
Segundo as regras vigentes, os nomes permanecem na lista por dois anos. No entanto, uma portaria publicada em julho de 2024 permite a retirada antecipada ou até mesmo a não inclusão do empregador caso seja firmado termo de ajustamento de conduta com compromissos de indenização às vítimas e investimento em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.
Criada em 2003, a “lista suja” é considerada um dos principais instrumentos de transparência das ações de combate ao trabalho análogo à escravidão no país. O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que completou 30 anos em 2025, já resgatou mais de 70 mil trabalhadores desde sua criação, em 1995.
As denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas por meio do Sistema Ipê, canal criado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho. O denunciante não precisa se identificar.

The Federal Senate resumed discussions on PEC 221 to reduce the weekly working day to 40 hours and end the 6x1 scale, guaranteeing two days of rest and maintaining full salary.

The registration deadline for the Manaus Previdência contest ends today at 11:59 pm. The notice includes 17 immediate vacancies and reserve registration for mid- and higher-level positions, with salaries reaching R$9,175.25.
The TST minister, Mauricio Godinho Delgado, determined that 60% of Caixa Econômica Federal employees remain active during the strike that began on September 10. The decision aims to balance essential services and the constitutional right to strike.

The TST minister, Maurício Godinho Delgado, determined that 60% of Caixa Econômica Federal employees remain active during the national strike, partially responding to the bank's request to guarantee essential services.

Workers at the Post Office and Caixa Econômica Federal have continued to strike in Acre since September 11 for an indefinite period following impasses in negotiations. The trial of the Correios collective conflict was suspended at the TST and is scheduled to resume on October 24th, while Caixa faces legal action after a failed attempt at conciliation on October 23rd.

The Ministry of Labor and Employment rescued 12 workers in charcoal factories in Montes Claros who worked in conditions similar to slavery, without drinking water, bathrooms or protective equipment, receiving R$100 per day. The employer was notified to register the workers, pay severance pay and FGTS of around R$22,000 in 10 days.