
Empreendimento da construtora Lotisa prevê investimento de R$ 2 bilhões e lançamento para o segundo semestre de 2026.
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Balneário Camboriú possui oito dos dez edifícios mais altos do Brasil. A cidade apresenta uma alta densidade de moradores em apartamentos, correspondendo a 57,22% da população.
Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, se prepara para ganhar mais um arranha-céu de proporções que impressionam: o projeto prevê mais de 400 metros de altura, 100 andares e lançamento no segundo semestre de 2026.
Conhecida pelos prédios gigantes, a cidade tem oito residenciais entre os 10 mais altos já concluídos do país — e lidera a lista com o Yachthouse, de 294,1 metros. Isso sem contar o Senna Tower — ainda em construção, mas que promete liderar o ranking mundial, com 550 metros de altura.
O projeto tem um investimento e Valor Geral de Vendas (VGV) projetado em mais de R$ 2 bilhões.
O edifício será erguido em uma das áreas mais cobiçadas do centro urbano, com 4.926 metros quadrados, terá arquitetura nacional e deve ser considerado um dos edifícios residenciais mais altos da América Latina.
Assinado pela construtora Lotisa, e ainda sem um nome oficial, o empreendimento registrou o maior teste de carga em fundação residencial já realizado no Brasil, atingindo 2.107 toneladas em uma única estaca do tipo hélice contínua.
A marca superou o recorde nacional anterior, de 2 mil toneladas, que pertencia a outro edifício na própria cidade.
Terreno de R$ 200 milhões: O edifício será erguido em uma das áreas mais cobiçadas do centro urbano, com 4.926 metros quadrados.
Arquitetura nacional: Na contramão do padrão de torres inteiramente espelhadas e repetitivas, o projeto apostará em uma fachada autoral focada na arquitetura nacional.
Estacionamento público para aliviar o trânsito: Visando amenizar a escassez de vagas na região central, o arranha-céu terá um andar inteiro destinado a um estacionamento público rotativo, com acesso totalmente separado dos moradores.
Balneário Camboriú é a segunda cidade do país com a maior proporção de habitantes morando em apartamentos, com 57,22% da população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada no início de 2024.
Com 138.701 habitantes, o município, conhecido pela imponência dos prédios, tem na verticalização das moradias um fator essencial para a alta proporção da população vivendo em apartamentos.
A cidade é segunda menor em extensão territorial do estado, mesmo sendo a 12ª em população absoluta.
AI outlook — possibilities, not facts
Lançamento do empreendimento no segundo semestre de 2026.
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