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A pesquisa Datafolha foi divulgada nesta sexta-feira (11) e mostra a disputa pela Presidência da República entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) mostra o cenário da disputa pela Presidência da República. Lula tem 39% das intenções de voto no 1º turno, e Flávio Bolsonaro, 35%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o instituto, Lula (PT) mantém estreita vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto para o 1º turno da disputa pela Presidência, mas com margem menor do que na semana passada. No 2º turno, persiste o empate técnico entre os dois.
Veja os números da pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 3 de setembro.
Lula (PT): 39% (eram 38%)
Flávio Bolsonaro (PL): 35% (eram 33%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 6% (eram 8%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)
Clariana Barão (DC): 1% (era zero)
Edmilson Costa (PCB): 1% (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)
Indecisos: 4% (eram 3%)
O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
Cenário com Pablo Marçal
O Datafolha testou dois cenários de 1º turno, um deles com Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível por causa de uma condenação na Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga se ele pode ou não concorrer e formou maioria nesta sexta-feira para barrar a candidatura.
Veja os números do cenário com Marçal:
Lula (PT): 39% (eram 39% em agosto)
Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 32%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 5% (eram 7%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 4%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)
Pablo Marçal (PRTB): 2% (eram 2%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era zero)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)
Indecisos: 3% (eram 3%)
Votos válidos
Pela primeira vez nesta eleição, o Datafolha divulgou também os votos válidos. Para chegar a esse número, o Datafolha exclui os votos em branco, nulos e os eleitores indecisos.
Veja como fica o cenário sem Pablo Marçal - votos válidos:
Lula (PT): 43%
Flávio Bolsonaro (PL): 38%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Clariana Barão (DC): 1%
Edmilson Costa (PCB): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0
Hertz Dias (PSTU): 0
Veja como fica o cenário com Pablo Marçal - votos válidos:
Lula (PT): 42%
Flávio Bolsonaro (PL): 37%
Escritor Augusto Cury (Avante): 6%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Renan Santos (Missão): 3%
Pablo Marçal (PRTB): 2%
Romeu Zema (Novo): 2%
Samara Martins (UP): 1%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 0
Edmilson Costa (PCB): 0
Clariana Barão (DC): 0
Hertz Dias (PSTU): 0
Definição do voto
O Datafolha mostra também que 75% dos eleitores estão totalmente decididos sobre a escolha do candidato a presidente, e que 25% ainda podem mudar o voto.
Pesquisa espontânea
Veja abaixo os números da pesquisa espontânea, em que o instituto não mostra os nomes dos candidatos aos eleitores entrevistados. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior.
Lula (PT): 33% (eram 31%)
Flávio Bolsonaro (PL): 25% (eram 22%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 5%)
Jair Bolsonaro (PL): 2% (eram 3%)
Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (era 1%)
Outras respostas: 5%
Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 5%)
Indecisos: 23% (eram 26%)
Esta reportagem está em atualização.
AI outlook — possibilities, not facts
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve manter a inelegibilidade de Pablo Marçal, impedindo sua candidatura nas eleições de 2026.
Very likely · Within weeks

The Electoral Court of Rio Grande do Norte determined protective measures under the Maria da Penha Law against a man accused of assaulting a candidate, including a minimum distance of 200 meters, prohibition of contact and production of content that exposes her. It is the first application of its kind in the electoral sphere in Brazil.

The Regional Electoral Court of Acre (TRE-AC) denied the candidacy registration of Gladson Camelí (PP) for the Senate due to ineligibility due to a criminal conviction in the Superior Court of Justice (STJ). The defense informed that it will appeal to the Superior Electoral Court (TSE). In the same week, federal deputy Antônia Lúcia (MDB) also had her candidacy for re-election rejected due to conviction for administrative improbity in 2025.

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The Regional Electoral Court of Acre (TRE-AC) denied the registration of candidacy for the senate of former governor Gladson Camelí and federal deputy Antônia Lúcia this Friday (11), due to ineligibility due to criminal convictions and administrative improbity, respectively. Both defenses announced an appeal to the Superior Electoral Court (TSE) and stated that they will continue in the dispute sub judice, being able to receive votes while awaiting a definitive court decision.

STF Minister André Mendonça denied having selectively lifted confidentiality in the Master case and stated that he complied with the request of President Edson Fachin, making public all procedures related to the topic to be judged on Tuesday (15). The PGR and Ministers Moraes and Zanin criticize the partial release, stating that important documents were omitted, which harms transparency and the full analysis of the Operation Compliance Zero investigation.