Ex-presidente da Câmara de Ilhéus é preso por corrupção e peculato
Quick Look
- Josevaldo Viana Machado, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, foi preso nesta segunda-feira (28) após mandado de prisão definitiva.
- Foi condenado a 15 anos por corrupção passiva, peculato e irregularidade em licitação entre 2013 e 2014, envolvendo propina de R$ 25,7 mil em contratos superfaturados.
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Why It Matters
Josevaldo Viana Machado, conhecido como Dr. Jó, foi presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus entre 2013 e 2014, período em que ocorreu o esquema de corrupção investigado pelo MP-BA.
Um ex-presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, no sul da Bahia, foi preso, nesta segunda-feira (28), na cidade. Segundo a Polícia Civil (PC), foi cumprido contra ele um mandado de prisão definitiva.
Josevaldo Viana Machado, conhecido como Dr. Jó, foi condenado a 15 anos, em regime fechado, por corrupção passiva, peculato e irregularidade em licitação.
Os crimes ocorreram entre 2013 e 2014 e envolveram pagamentos indevidos no contexto de contratações públicas.
O caso foi investigado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Na ocasião, uma operação foi deflagrada contra ele e suspeitos de envolvimento no esquema.
Ex-presidente da Câmara de Ilhéus condenado por corrupção é preso — Foto: Divulgação
Segundo a apuração, o ex-vereador recebeu propina de contratos superfaturados firmados pela Câmara Municipal de Ilhéus.
A denúncia apontou que o então presidente da casa legislativa teria recebido pelo menos R$ 25,7 mil de empresários beneficiados por contratações públicas, valores que, segundo o MP-BA, foram pagos por meio de recursos desviados dos cofres públicos
Conforme informou a polícia, após a prisão, o homem permanece custodiado e será encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da pena. O presídio será determinado em audiência de custódia, agendada para a terça-feira (29).
Open Questions
- Quais empresas foram beneficiadas pelos contratos superfaturados?
- O ex-presidente devolverá os valores recebidos em propina?
- Haverá investigação contra outros envolvidos no esquema?







