Mongaguá doa terreno ao Minha Casa, Minha Vida e prevê até 60% das unidades para servidores
Quick Look
- A Prefeitura de Mongaguá, no litoral de São Paulo, recebeu autorização para doar um terreno de 6.830,44 m² no Jardim Santana para a construção de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, com até 60% das unidades reservadas a servidores municipais que cumpram critérios de renda e não possuam outro imóvel.
- Caso o empreendimento não seja concluído nos prazos ou a área seja usada para outra finalidade, o terreno retornará ao patrimônio municipal.
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Why It Matters
Mongaguá é um município do litoral de São Paulo que busca atender à demanda habitacional por meio de parcerias com programas federais de moradia, como o Minha Casa, Minha Vida.
Mongaguá doa terreno ao Minha Casa, Minha Vida e prevê até 60% das unidades para servidores
Área de 6,8 mil m² fica no Jardim Santana e deverá receber empreendimento de interesse social. Servidores municipais terão de cumprir critérios de renda e demais exigências do programa federal.
Por g1 Santos
Uma lei municipal autorizou a Prefeitura de Mongaguá a doar um terreno de 6.830,44 m² no Jardim Santana. A área receberá moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.
As habitações serão destinadas a famílias que atendam aos critérios de renda do programa federal.
A lei prevê reserva de até 60% das moradias para servidores municipais, que devem ter vínculo ativo e não possuir outro imóvel residencial.
Unidades não ocupadas por eles serão redirecionadas para a demanda habitacional cadastrada no município.
O instrumento de doação estabelecerá prazos para as obras. Caso o empreendimento não seja implantado nos prazos ou a finalidade mude, o terreno retornará ao patrimônio municipal.
Mongaguá (SP) foi autorizada a ceder uma parte de sua área pública para o Minha Casa Minha Vida (MCMV). — Foto: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá
Uma lei municipal autorizou a Prefeitura de Mongaguá, no litoral de São Paulo, a destinar uma área pública de 6.830,44 m², no Jardim Santana, para a construção de moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida, na modalidade MCMV Cidades.
O terreno fica entre a Rua Célia, a Avenida Padre Manoel da Nóbrega, a Avenida Padre José de Anchieta e a Rua Cezar. Segundo a prefeitura, a área deverá ser usada exclusivamente para a implantação de um empreendimento habitacional de interesse social.
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Quem poderá receber as unidades?
As moradias serão destinadas a famílias que atendam aos critérios de elegibilidade e às faixas de renda definidas pelo Governo Federal para o Minha Casa, Minha Vida.
A lei prevê ainda que até 60% das unidades poderão ser reservadas a servidores públicos municipais em exercício. Para receber um imóvel nessa cota, porém, o servidor deverá comprovar vínculo ativo com a administração municipal e cumprir os critérios de renda e as demais exigências do programa federal.
Entre as condições previstas estão não possuir outro imóvel residencial no país e não ter sido beneficiado anteriormente por programa habitacional de interesse social promovido pelo poder público.
O que acontece se as vagas não forem preenchidas?
Caso as unidades reservadas aos servidores não sejam totalmente ocupadas, as vagas restantes deverão ser destinadas à população inscrita na demanda habitacional do município, de acordo com os cadastros sociais e os critérios de prioridade da política habitacional municipal.
A seleção dos beneficiários deverá seguir critérios objetivos, com divulgação dos processos de inscrição e escolha, além das regras estabelecidas pelo Governo Federal e pelo agente financeiro responsável pelo empreendimento.
Terreno poderá voltar ao patrimônio municipal
A lei determina que o terreno seja usado exclusivamente para o empreendimento habitacional e prevê que o instrumento de doação estabeleça prazos para o início e a conclusão das obras.
Segundo a administração municipal, caso o empreendimento não seja implantado dentro dos prazos estabelecidos ou a área seja usada para outra finalidade, o terreno poderá retornar ao patrimônio do município.
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Open Questions
- Qual é o cronograma previsto para o início e conclusão das obras?
- Qual será o agente financeiro responsável pelo empreendimento?
- Quantas unidades habitacionais serão construídas no terreno?







